Perguntas frequentes

O que precisa de saber antes de avançar.

As questões mais comuns sobre venda direta a um fundo de investimento. Dúvidas adicionais? Use o formulário — respondemos sempre.

Não. A Imóvel Blue compra diretamente ao proprietário, o que elimina por completo a figura do intermediário e a respectiva comissão. Não existe taxa de avaliação, não existe comissão de mediação, não existe qualquer custo cobrado ao vendedor pelo nosso serviço.

Os únicos custos associados à transação são os que decorrem da lei para qualquer escritura de compra e venda em Portugal: o IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões) é sempre suportado pelo comprador, ou seja, por nós. O vendedor fica responsável pelos custos notariais e de registo da sua parte, bem como pela eventual mais-valia sujeita a IRS — que existe independentemente de vender através de uma agência, diretamente ou por qualquer outro meio. Estes aspetos fiscais são sempre esclarecidos de forma transparente antes do fecho do negócio.

O processo tem duas fases com tempos distintos. A primeira fase — do pedido à proposta — demora habitualmente entre 24 e 48 horas para a resposta inicial, podendo ir até uma semana nos casos em que é necessária uma visita presencial antes de formalizar a proposta.

A segunda fase — da aceitação da proposta à escritura — é definida pelo vendedor. Se precisar de fechar em 15 dias, trabalhamos para isso. Se precisar de 60 ou 90 dias por razões fiscais, familiares ou logísticas, ajustamos o calendário. Não há pressão para acelerar. O que não temos é indefinição: uma vez aceite a proposta, é assinado um contrato-promessa que vincula ambas as partes e define a data da escritura com clareza.

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Não, em nenhum dos dois casos. A Imóvel Blue avalia imóveis em qualquer estado de conservação — desde imóveis prontos a habitar até propriedades que necessitam de reabilitação profunda ou até de demolição parcial. O estado do imóvel é um fator de ponderação na proposta, não um critério de exclusão.

Quanto à ocupação, também não é condição. Avaliamos imóveis devolutos há anos, imóveis com inquilinos em contrato ativo (incluindo rendas antigas), imóveis com situação de ocupação informal e imóveis em processo de partilha onde nem todos os herdeiros residem na propriedade. Cada situação é analisada individualmente.

A confidencialidade é um dos pilares do nosso modelo e não é apenas uma promessa comercial — é uma consequência direta da forma como operamos. Como somos o comprador e não um intermediário, não precisamos de divulgar o imóvel a terceiros para encontrar quem o compre. Não colocamos o imóvel em portais, não enviamos informação a redes de agentes, não fazemos visitas abertas ao público.

Toda a informação que partilha connosco é tratada exclusivamente pela nossa equipa e, quando aplicável, pelo investidor específico que avança com a proposta — e apenas com esse objetivo. Os dados são tratados em conformidade com o RGPD. Visitas presenciais são realizadas por um elemento da nossa equipa, sem identificação externa do imóvel.

A diferença fundamental é que a Imóvel Blue é o comprador, não um intermediário. Uma agência imobiliária cobra uma comissão (tipicamente entre 3% e 5% + IVA do valor de venda) para encontrar um comprador. O processo pode demorar meses, com visitas de múltiplos interessados, negociações paralelas e dependência da aprovação de crédito bancário por parte do comprador final.

Com a Imóvel Blue, não há comissão para o vendedor, não há visitas de estranhos, não há incerteza sobre a aprovação de crédito (porque somos nós a comprar, com capital próprio), e o calendário é controlado. A contrapartida é que a proposta reflete uma compra direta e rápida, o que significa que o valor poderá ser diferente do preço de venda máximo que se poderia obter num processo de mercado alargado. Para muitos proprietários, a certeza, a rapidez e a discrição valem mais do que esse diferencial.

Sim, podemos analisar a situação. A compropriedade coloca questões legais específicas — nomeadamente o direito de preferência dos restantes comproprietários — mas isso não impede a análise nem, em muitos casos, a concretização do negócio.

Existem essencialmente dois cenários: ou os restantes comproprietários concordam em vender em conjunto (o que simplifica o processo), ou pretende vender apenas a sua quota-parte. Neste segundo caso, os demais comproprietários têm direito legal de preferência que tem de ser respeitado. A nossa equipa tem experiência neste tipo de operações e pode acompanhá-lo no processo, incluindo na comunicação com os restantes titulares, sempre com o seu acordo prévio e controlo.

Sim, é uma das situações que tratamos com mais frequência. Heranças por partilhar são um tema comum em Portugal, sobretudo quando os herdeiros são múltiplos e residem em localidades ou países diferentes, ou quando existem divergências sobre o que fazer com o imóvel.

A venda a um fundo como a Imóvel Blue pode ser precisamente a solução que permite desbloquear uma situação que se arrasta há anos: apresentamos uma proposta de valor que os herdeiros podem aceitar em conjunto, o que simplifica e acelera a partilha. Trabalhamos com notários e advogados especializados que podem acompanhar o processo de habilitação de herdeiros e a escritura de partilha e venda em simultâneo, quando legalmente possível.

Não. O pedido de avaliação é completamente gratuito e não cria qualquer obrigação da sua parte. A proposta que apresentamos é exactamente isso — uma proposta — e a decisão de aceitar, recusar ou negociar é sempre sua, sem qualquer pressão ou penalização.

O único momento em que existe um compromisso formal é quando ambas as partes assinam o contrato-promessa de compra e venda. Até esse momento, pode retirar-se do processo a qualquer momento e por qualquer razão, sem custos.

A proposta é calculada com base numa análise que considera múltiplos fatores: localização e acessibilidades, tipologia e área, estado de conservação estimado, contexto de mercado local (transações recentes de imóveis comparáveis), situação de ocupação, existência de encargos como hipotecas ou rendas antigas, e a complexidade jurídica e registal do caso.

Não existe uma fórmula única. Cada imóvel é avaliado individualmente. O valor proposto reflete o interesse da nossa bolsa de investidores numa compra direta, rápida e sem custos para o vendedor — o que significa que incorpora o valor da certeza e da celeridade que oferecemos. Antes de apresentarmos a proposta, explicamos os pressupostos que a suportam, para que possa tomar uma decisão informada.

Não é um impedimento. É uma situação muito comum e que faz parte do processo normal de qualquer transação imobiliária com financiamento associado. No acto da escritura, o valor do empréstimo em dívida é liquidado diretamente ao banco credor, e o remanescente é entregue ao proprietário vendedor. O distrate da hipoteca é tratado no âmbito da própria escritura.

O que é importante verificar previamente é o capital em dívida e as condições de amortização antecipada, para que a proposta que apresentamos seja calculada com esse dado em consideração. A nossa equipa pode ajudá-lo a obter esta informação junto do seu banco.

Atuamos em todo o território nacional — Portugal Continental, Madeira e Açores. Não temos restrições geográficas. A nossa bolsa de investidores tem interesse em imóveis em grandes centros urbanos como Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Setúbal e Faro, mas também em cidades médias, sedes de concelho e zonas rurais ou de interesse turístico.

A localização é evidentemente um fator que influencia o valor da proposta, mas não é um critério de exclusão. Se tem um imóvel numa zona menos procurada pelo mercado tradicional, é exactamente o tipo de caso em que o nosso modelo pode fazer mais sentido do que tentar vender por via convencional durante meses sem resultado.

Para o pedido de avaliação inicial, não precisa de qualquer documento. Basta preencher o formulário com as informações básicas sobre o imóvel e os seus dados de contacto.

Se a avaliação avançar para proposta e esta for aceite, os documentos necessários para a escritura são os habituais em qualquer transação imobiliária em Portugal: caderneta predial atualizada, certidão do registo predial, licença de utilização (quando aplicável), certificado energético e documentação pessoal dos vendedores. Se algum destes documentos estiver desatualizado ou em falta, a nossa equipa pode orientá-lo sobre como obtê-los e, em alguns casos, apoiar na sua obtenção.

O pagamento é feito na íntegra no momento da escritura, por transferência bancária ou cheque visado, conforme preferir. Não há pagamentos faseados nem valores retidos: o valor acordado na proposta é o valor que recebe.

Nos casos em que exista uma hipoteca ou dívida associada ao imóvel, a parte correspondente é liquidada diretamente ao credor no acto da escritura e o remanescente é entregue ao proprietário.

Sim. Todo o processo segue os trâmites legais de qualquer compra e venda imobiliária em Portugal. A segurança do vendedor assenta em dois documentos: o contrato-promessa de compra e venda, que vincula ambas as partes e fixa o valor e a data da escritura, e a própria escritura pública, celebrada perante notário ou conservatória.

Como a Imóvel Blue compra com capital próprio da sua bolsa de investidores, não há dependência de aprovação de crédito bancário — o que elimina o risco de o negócio cair por financiamento recusado, uma das causas mais comuns de venda falhada.

A tributação de mais-valias na venda de um imóvel depende da sua situação específica — por exemplo, se era habitação própria e permanente, se reinveste o valor, há quanto tempo detém o imóvel e se é residente fiscal em Portugal. Existem situações de isenção ou redução previstas na lei.

Como cada caso é diferente e as regras fiscais mudam, recomendamos que confirme a sua situação concreta com um contabilista certificado ou junto da Autoridade Tributária. A nossa equipa pode explicar como estes aspetos se refletem no calendário da operação, mas não substitui aconselhamento fiscal profissional.

Sim. Compramos imóveis arrendados, incluindo com contratos antigos e rendas abaixo do valor de mercado — situações que muitas vezes tornam a venda difícil no mercado tradicional.

O imóvel é adquirido com o contrato de arrendamento em vigor, pelo que o inquilino mantém os seus direitos e nada muda para ele no imediato. Esta é, aliás, uma das situações em que a compra direta costuma ser a solução mais simples para o proprietário.

Na maioria dos casos, sim. Tal como acontece com uma hipoteca, uma penhora ou outras dívidas registadas sobre o imóvel podem ser regularizadas no âmbito da própria escritura: o valor em dívida é liquidado ao credor e o remanescente entregue ao proprietário.

Cada situação exige uma análise jurídica prévia para confirmar os montantes e os procedimentos, e é precisamente esse tipo de complexidade que a nossa equipa está habituada a resolver.

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